Falo - Um poema ao Morde-fronhas

Partilhado
De uma forma interna:
Eterna
Tenra 
Perna
Domado
O corpo dopado
Demente
Gente
Agridoce mente
Electrificado…
Santidade / calma
A alma na palma
Sauna
E quem iria adivinhar…
Profundo!
O calor
Teu
Amor ateu
Meteu
Entre!
Gemeu
Ventre, entre!
Mais fundo
Selvagem
Miragem
Viagem a ter
No campo manto
Pranto
De sémen branco
Na Simplicidade
Do ser.

Edgar Sacadura
Poemas e poetas da rua
Falo - Um poema ao Morde-fronhas Falo - Um poema ao Morde-fronhas Reviewed by Edgar Sacadura on quinta-feira, abril 03, 2014 Rating: 5

Sem comentários:

Com tecnologia do Blogger.